"Yohana uses different materials such as paper and clay, and lines to present radical counter-construction. The threshold of the materials’ deconstruction or reconstruction is a highly involved process. Every piece highlights the exhaustion of matter and Yohana herself. The modality of Yohana’s art is uniquely tied to the tension, attention, and apprehension she assigns to the material. She describes her work as a “clash between ‘bodies’ through performance” which can be seen in the interplay between its subtly drawn and fluidly sculpted properties. Inside Out is an iteration of Yohana’s inquiry into the social-psychological attributes of society and its systems. Its viscerality is a mark of its conceptuality as much as its materiality. Every textural line, mark, and mold provides a contour of the material’s resistance and flexibility. As spectators, we are tasked with exploring its indeterminacy."  Blueblee Magazine. London, 2021.

"Construções Sublimes. Nesta conjugação de substantivo e adjetivo se define(m) a(s) exposição(ões) de Oizumi, Sanches e Pulquério no SUBSOLO- Laboratório de Arte. E é esta sublimidade que poderia definir os meandros conceituais da  mostra que fluem já desde seu título. O sublime  aqui na lógica das rupturas de apropriação  da arte contemporânea. [...]

[...], “Corpo” dissolve-se a permanente regressão cartográfica de um corpo simbólico do corpo humano para inserir os corpos múltiplos que semeiam conhecimento, instrução, posicionamento crítico e interdisciplinaridade nas obras de arte na exposição e o “Ritual” (ou RITUAIS) que aparece(m) como processo(s) e/ou pretexto(s) do fazer artístico, que aborda(m) questões culturais e sociais, provoca(m) tensionamentos nas abordagens de questões  distintivas à religião, às técnicas visuais desdobradas em modalidades artísticas contemporâneas e à manipulação das ferramentas para a concretização das mesmas em um diálogo coeso e vibrante desde o desenho, da escultura, a impressão digital, a colagem, a pintura, a cerâmica, a performance, a instauração e a instalação."     Andrés I. M. Hernández – São Paulo , Primavera, 2020.